Planejamento Sucessório: por que fazer em vida
14 de fevereiro de 2026 · 8 min de leitura
Planejar a sucessão em vida significa escolher quando, como e a que custo o patrimônio será transmitido aos herdeiros. Sem esse planejamento, o inventário — judicial ou extrajudicial — impõe prazos, custos e desgaste emocional consideráveis.
Os instrumentos disponíveis incluem doação com reserva de usufruto, cláusulas de incomunicabilidade, impenhorabilidade e inalienabilidade, testamento, holding familiar e seguros. Cada um responde a uma finalidade específica.
O planejamento sucessório também é uma oportunidade de reduzir ITCMD, principalmente em estados que discutem elevação de alíquotas, e de evitar a fragmentação de bens estratégicos.
Na Almas Turssi, o planejamento sucessório é conduzido com escuta atenta às particularidades da família e alinhamento entre os herdeiros — porque o direito é apenas parte da equação.